Relato sobre a guerra no jornal de domingo.

Os filhos da selva descansam em paz
Em montes dormem os corpos moribundos
Em tantos dormem os corações solitários
eu vivo sozinha]

A guerra é santa e basta-nos rezar:
“Os corpos dormem, durmam sem pecar”

Estranha a leveza
da alma que fugiu
com medo da própria vida, vadia
que se esvazia.

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